Por Gustavo Henrique Batista Quintão
Publicado em 01 de outubro de 2025
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[ Sobre o Autor ]
Pensar no futuro é algo natural do ser humano; mas nem todos pensam assim quando o assunto é aposentadoria. Vamos falar a verdade: quando se tem 20 anos de idade, por exemplo, a gente fala em aposentadoria? Muito pouco ou quase nada, né?! Dá até para compreender!
Quando somos jovens, ou muito jovens, na grandiosa maioria dos casos falar em aposentadoria realmente é algo fora de cogitação, pois, de certa maneira, não estaria nos planos de alguém que está mais preocupado em estudar.
Mas pela experiência que obtive nestes longos anos de profissão, percebi que o mesmo comportamento de ausência continua ocorrendo, com certa frequência, por quem trabalha por conta própria, na informalidade, e que não é mais tão jovenzinho, e, por razões outras, vai empurrando com a barriga o famoso carnê de recolhimento, e, quando se dá conta, lá se foram dez anos sem o recolhimento de uma única competência sequer ou, no melhor cenário, recolheu no modo “picadinho” (um mês aqui, outro acolá).
E, assim, a gente vai deixando o assunto da aposentadoria para depois, pois achamos que não vamos envelhecer nunca, mesmo já trabalhando, realizando sonhos, concretizando planos, viajando, curtindo a vida, e, claro, envelhecendo ao mesmo tempo em que tudo isso acontece.
E só nos daremos conta da importância da aposentadoria (e principalmente do valor dela) quando estivermos diante da necessidade de uma, e, assim, não dará mais tempo de fazer absolutamente mais nada a respeito.
E como resultado dessa ausência de planejamento para aqueles que ainda contribuíram para a Previdência Social, o segurado acaba tendo que ficar com a aposentadoria que ele constituiu nesse longo tempo no “modo automático”, sem ter estudado qualquer comportamento preventivo, mas que poderia ter sido aperfeiçoada por esses anos todos no “modo planejado”, pela via do planejamento previdenciário.

Falar de aposentadoria nada mais é do que falar daquilo que, pra muita gente, vai ser a segurança financeira no momento em que mais precisar, seja, por exemplo, por motivo de invalidez ou por motivo de idade avançada, e obter desse benefício a melhor renda mensal possível é algo que todos nós devemos nos preocupar em buscar (enquanto há tempo).
E saber qual o melhor benefício dentre tantas regras e mudanças trazidas pela legislação, composta, em geral, por instruções normativas, leis e decretos, e ainda com reformas previdenciárias aprovadas pelo caminho, torna a coisa toda um verdadeiro desafio para o cidadão leigo, que, sem um planejamento previdenciário, acaba tornando-se um refém da própria situação que criou, se aposentando (e talvez não) com salário-mínimo (ou algo perto disso), e num momento da vida em que, possivelmente, não terá mais a mesma energia para trabalhar ou mercado de trabalho para empregar.
Saber também se vale a pena esperar pra pegar uma outra aposentadoria mais à frente é crucial para o segurado, e entender o quanto contribuir, por quanto tempo, e, principalmente, saber qual o tempo de retorno desse investimento quando, de fato, se aposentar, só mesmo um planejamento previdenciário para responder com segurança, e este estudo serve tanto para o trabalhador empregado quanto para o que trabalha por conta própria (contribuintes individuais), e também, obviamente, para os que contribuem na condição de segurado facultativo.
Um planejamento previdenciário, o qual deve ser confeccionado por um advogado previdenciarista (conheça o autor), é a garantia da melhor aposentadoria para o cidadão precavido, que está na idade perfeita para trabalhar seu futuro, pois trata-se de um estudo matemático minucioso, criterioso, individualizado e muito bem formatado, em que é levado em conta inúmeros detalhes do perfil do cliente e objeto de estudo, tais como sua idade, expectativa de sobrevida, contribuições passadas, presentes e futuras, e que, ao final, é apresentado o caminho que o cliente prevenido deverá tomar para fugir do “modo automático” e alcançar o melhor benefício que poderia obter, com simulações fiéis e bem seguras.
Em outras palavras, o planejamento previdenciário é a ferramenta certa para o segurado cuidadoso com o seu futuro, com a sua família, e que tem interesse em saber o que pode fazer “no hoje” para receber melhor “no amanhã”.

